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Arquivo para a categoria ‘Profissão’

Sou o melhor técnico e agora virei gerente!

16 de setembro de 2009 1 comentário

Esse texto é uma reflexão sobre como as pessoas são direcionadas pela sociedade para escolher os rumos de suas carreiras.

Quando olho minha formação vejo que os professores sempre orientavam: “Você tem que estudar pra ter um bom emprego!”. Então eu pergunto: Não posso ser empresário? Não posso ser autônomo? Bom emprego é aquele que paga mais ou o que?

A sociedade impõe uma série de regras que impedem que os profissionais façam suas próprias escolhas. Onde está escrito que sendo um ótimo programador eu estou apto a ser gerente de projetos? A palavra gerente tem um peso maior na sociedade do que a palavra programador. Qual dos dois cargos você acha que sua mãe vai ficar mais orgulhosa?

O cargo de gerência de projetos exige uma séria de habilidades que não são pré-requisitos para cargos técnicos. Promover um técnico da empresa pode causar a perda de um ótimo profissional e aquisição de um péssimo gerente. A questão é que quando a oportunidade surge o profissional pensa no dinheiro ou na sociedade e acaba não avaliando se aquilo é o melhor pra ele. Um técnico muitas vezes tem um papel mais importante que o gerente em um projeto de software.

Uma equipe de desenvolvimento é formada pela junção de especialidades. Não existe papel mais ou menos importante, todos são necessários. Se o profissional agrega mais ao time sendo um programador por que ele tem que ser alocado como gerente? Muitos responderiam por dinheiro, mais se a empresa só fornece esse caminho de crescimento salarial ela não sabe como trabalhar a área de TI.

Ser um profissional bem sucedido não é uma receita de bolo. Cada profissional tem que avaliar seus ideais e necessidades a fim de estabelecer uma meta de onde quer chegar. Gerência não é sinônimo de sucesso assim como dinheiro não é sinônimo de felicidade.

Eu busco fazer o meu melhor na área que eu gosto. Não sou bem sucedido porque ainda não cheguei onde eu quero mas, estou correndo atrás. Essa é minha visão, qual é a sua?

Abraços!

Fuzileiros contra Mercenários

11 de setembro de 2009 Comentários desligados

O objetivo desse texto é causar uma reflexão sobre os perfis de profissionais de TI usando uma metáfora simples mas impactante. Não é objetivo desse texto discutir qual o melhor perfil, mas sim onde cada um melhor se aplica.

Antes de qualquer coisa é importante destacar que todos nós temos ambos os perfis, mas não na mesma proporção. É fato que o perfil que se destaca pode mudar de acordo com o momento que estamos na vida.

Mercenários são aqueles que têm como o objetivo principal da sua atividade o dinheiro, sendo que a atividade em si não tem muita relevância, seja qual for a missão, gostando ou não, o retorno financeiro é a principal medida.

Fuzileiros são aqueles que têm como objetivo principal cumprir sua missão, sendo o dinheiro como um efeito colateral do bom serviço prestado.

Importante aqui é a visão de que não existe perfil certo ou errado, ambos os perfis são necessários para o mercado, o problema que vejo é que nem sempre as pessoas são alocadas de acordo com o seu perfil, o que causa um enorme problema em projetos de software.

Na minha humilde e sincera opinião a metodologia que você usurá no projeto que vai determinar o tipo de perfil que você precisa na equipe. Se as atividades são críticas e precisam de pessoas comprometidas, fuzileiros são a escolha ideal, já se você acha que o seu processo garante a qualidade e o executor não é de suma importância os mercenários vão te atender bem.

Seja qual for o seu papel no mercado, é importante estar alocado corretamente. Vejo projetos fadados ao fracasso desde o início pela escolha equivocada dos membros da equipe, é necessário entender que são as pessoas selecionadas que vão tocar o projeto, e substituir essas pessoas sai mais caro do que investir mais em recrutamento.

Abraços!

Clientes não são clientes, são parceiros!

10 de setembro de 2009 1 comentário

O objetivo desse texto é direcionar uma linha de pensamento que acredito ser ideal em contratações de serviço de TI, onde o mais importante é ajudar o cliente e não fazer o que você foi contratado para fazer.

Quantas vezes nos deparamos com a situação onde o cliente solicita que façamos algo que não é a melhor solução (ou solução mais viável) e temos que convencer o mesmo que aquele não é o melhor caminho? Aí eu pergunto, sabemos realmente qual é o melhor caminho?

Dificilmente o cliente irá discutir fatores técnicos com a gente mas quando se trata de negócio saber ouvir os argumentos do cliente é a melhor saída. Trabalhei algum tempo em empresas onde vi pessoas criticando pedidos dos clientes e reclamando muito, aí eu penso, se você não conseguiu convencer que a sua idéia era melhor, talvez precise melhorar seu poder de persuasão ou sua idéia não é tão boa assim. Independente do problema, aceitar uma solução sabendo que ela é errada é antiético.

Parceria não é concordar sempre, ser parceiro do seu cliente implica em sempre mostrar o melhor caminho com argumentos válidos se preocupando mais com o impacto da idéia no negócio dele do que no seu. Não é dar uma idéia pensando em vender um serviço, é dar uma idéia pensando em ajudar no serviço do cliente.

Parceria não é fazer o que o cliente quer, é fazer o que ele realmente precisa, mesmo que isso seja sinônimo de recusar projetos.

Parceria com o cliente não é só compartilhar os momentos de sucesso, é ajudar a apagar incêndios deixando a cobrança de horas extras e renegociações de contratos para o momento certo.

Não é só chamar o cliente de parceiro, é realmente acreditar na parceria e pensar que o crescimento do seu cliente é o seu crescimento também.

Clientes não são só portfólio, são empresas em que você fez a diferença e quando elas forem pensar na história da empresa perceberão que existe uma linha que divide antes e depois da sua prestação de serviços.

Algumas pessoas podem achar esse texto apaixonado e que essa minha visão não é comercial porém, comigo sempre funcionou e eu nunca sai para vender um projeto, indicações são a melhor forma de venda.

Abraços!

Para complementar esse texto veja também:

Comunicação com o cliente

Você tem metas diárias no seu trabalho?

9 de setembro de 2009 Comentários desligados

O objetivo desse post é mostrar como é simples atrasar um projeto.

Quer saber quem não trabalha na sua equipe? Repare quem dá alt + tab quando o gerente do projeto entra na sala.

É sempre a mesma coisa, as pessoas empurram as metas com a barriga até o prazo apertar e depois querem correr atrás do prejuízo, e o pior, se você não entra na maratona do final de semana é tachado de emprestável.

Fazendo uma metáfora simples, se você malhar todos os dias uma hora por dia, terá um resultado no final do mês, já se você malhar 24 horas em um único dia você irá parar no hospital.

Um projeto atrasa 100 dias um dia de cada vez, se todos os membros da equipe cumprirem suas metas diárias tudo fluirá bem, e se alguém não cumprir só estará um dia atrasado.

Bom, essa é a idéia que uso pra organizar minha vida e profissão, metas curtas e diárias.

Qual sua meta de hoje?

Bom, vou lá tentar cumprir minha meta do dia, ser atendido pela Oi, eu sei, é difícil, mais vou tentar mesmo assim.

Abraços!

Profissionais de TI pioram com o tempo

3 de setembro de 2009 11 comentários

Essa é uma realidade na área de software, com o passar do tempo desempenhando as mesmas atividades ou participando sempre de projetos semelhantes o profissional tende a desenvolver vícios e manias que o atrapalham (ou até o impedem) a encarar novas metodologias, paradigmas ou até linguagens.

“Na área de informática você precisa estar sempre atualizado!”, essa frase batida (que até minha vó de 80 anos já disse) não tem a devida atenção dos profissionais de TI. Vejo muitas pessoas saírem de uma graduação de quatro anos e pensarem que estão prontas pro mercado, mas a realidade da área muda praticamente a cada ano (sendo otimista) o que faz com que o profissional recém formado já seja inserido no mercado desatualizado.

Acredito que um profissional de desenvolvimento deva sempre olhar pros seus projetos passados e pensar: “Eu não sabia trabalhar naquela época!”. Se o mesmo avaliar um projeto de seis meses atrás e achar que nada pode ser melhorado (ou completamente substituído) é hora de repensar a carreira e os estudos.

Entendo perfeitamente que é difícil alocar tempo para uma atualização constante, porém, toda área de atuação tem seus prós e contras, no caso de TI é a quantidade de novidades inseridas em um curto espaço de tempo, mas como estamos na era do conhecimento (com o apoio do Google) isso não é tão complicado como a dez anos atrás, e afinal de contas foi a área que você escolheu.

Se você reclama todos os dias das dificuldades do seu trabalho e/ou passa o dia suspirando pensando no final do expediente é sinônimo que escolheu a área errada. A área de TI (assim como outras) necessita de pessoas que tenham paixão pelo trabalho e sejam comprometidas com o mesmo (perfil raro hoje em dia).

A quanto tempo você usa a mesma plataforma de trabalho? Como você procura se manter atualizado? Seus métodos de trabalho mudaram nos últimos seis meses? Boa reflexão.

O objetivo desse texto é explicar de forma rápida o que considero a área e o profissional de TI, e espero ajudar a direcionar reflexões sobre a carreira profissional, evitando equívocos e incentivando mudança de atitudes, porém, vocês também podem considerar como um desabafo de alguém que acabou de sair de uma prova :) .

Abraços!

Escopo variável em projetos de software

2 de setembro de 2009 14 comentários

Quantos projetos de software você conhece que foram entregues no prazo e não sofreram alteração de escopo durante o seu desenvolvimento?

Os contratantes de software tem uma falsa idéia de que com um escopo bem definido eles estarão seguros com relação ao produto final que será entregue, e os fornecedores por sua vez de que estarão resguardados contra alterações de requisitos durante o desenvolvimento do software, o que na prática é equivalente ao “Até que a morte os separe” de alguns casamentos.

Quando um contratante decide implantar um software na empresa, ele quer agilizar seus processos e/ou resolver seus problemas, porém, em muitos casos ele acaba gerando novos problemas com os quais não contava. Um projeto de software que dure 1 ano certamente sofrerá alterações de escopo por que é impossível definir todas as nuances de uma implantação antes de começar seu desenvolvimento, então, por que não criar contratos mais flexíveis que permitam novas implementações durante o desenvolvimento? Afinal de contas, se um fornecedor quiser quebrar um contrato, não é um pedaço de papel que irá impedi-lo, na verdade, esse pedaço de papel só vai criar mais problemas.

Os fornecedores por sua vez não deveriam encarar uma prestação de serviço como um contrato comum, mais sim como uma parceria, o objetivo de um profissional de TI é simplificar e viabilizar e não discutir requisitos em contratos cobrando preços absurdos por alterações.

A grande questão é que o mercado como um todo desde o início tratou contratos de softwares de forma equivocada, comprar um software não é comprar uma cadeira, você está pagando o desenvolvimento de algo intangível, o ideal seria pagar o tempo de desenvolvimento e acompanhar todo o processo de construção de perto verificando sempre se o projeto está alinhado com suas necessidades.

Acredito que aceitar que projetos de software são problemáticos é muito cômodo, por que não tentar um novo modelo de contratação? O modelo atual de contratação funciona?

O artigo que escrevi sobre comunicação com o cliente complementa essa visão de trabalho.

Abraços!

O que vale mais, experiência profissional ou faculdade?

28 de agosto de 2009 4 comentários

A resposta a essa pergunta varia de acordo com a vivência de quem você pergunta. Conheço várias pessoas (minha mãe sendo uma delas) que sem faculdade venceram na vida e estão muito bem obrigado. Por outro lado, existem no mercado pessoas boas recém formadas esperando a oportunidade aparecer.

Bom, no meu ponto de vista se a pessoa está esperando a oportunidade aparecer algo já está errado, pois no mercado de trabalho nada cai do céu, principalmente na área de TI onde você tem que sempre estar buscando atualizações. O bom estudante inicia seus estágios na área (nem que seja não remunerado) logo no início do curso, posso parecer um pouco radical, mais investir 4 anos da sua vida em um curso onde você não vai tirar o máximo proveito é jogar dinheiro e principalmente tempo fora.

A faculdade que eu estudo sempre promove palestras interessantes com empresários e profissionais da área de TI, porém, vejo vários alunos não entendendo a riquesa das palestras, e isso se deve ao fato do aluno nunca ter sentido na pele o que é o mercado de trabalho referente ao seu curso. Quando faço processos de seleção e recebo pessoas do sétimo e oitavo período fico frustrado com a falta de experiência profissional dos candidatos.

Falando um pouco dos empresários que não cursaram faculdade, acho que as melhores características de uma pessoa eles já provaram que possuem que é coragem, audácia e principalmente, ter o seu negócio no coração. A questão é que sem faculdade é mais difícil lidar com algumas situações do dia-a-dia onde você teria estudado técnicas de como contorná-las, porém, esse não é o maior problema, qualquer empresa sem conhecimento teórico só cresce até certo ponto, por quê? Por que a faculdade ensina a você que era o melhor nadador da sua rua a competir com nadadores profissionais do outro lado do mundo. A faculdade expande os horizontes do empreendedor e muda sua visão perante o negócio.

A última empresa que dei consultoria é a típica empresa que pra atingir Brasil só faltam acertar alguns detalhes, mas sem esses detalhes é arriscado investir no mercado nacional e dar um passo maior que as pernas. O fundador dessa empresa não cursou faculdade, porém, ele tem o dom de saber ouvir e não achar que está certo sempre, o que é uma ótima característica pra quem precisa de apoio.

Resumindo a história, se você é estudante arrume um emprego ou estágio na sua área, sei que é difícil, porém, é a área que você escolheu. Se você é empresário, procure alguém que te ajude a encontrar o caminho das pedras, e tenha certeza que o mais difícil você já fez, porém, nunca é tarde pra estudar :) .

Mais uma vez me deparo filosofando no centro de vivência da faculdade tomando um cappuccino, me distraí várias vezes mais isso é outra história.

Hora da aula.

Abraços!

Pedindo feedback à colegas de trabalho

28 de agosto de 2009 8 comentários

O maior inimigo do profissional de TI é o ego.

Sempre trabalhei em equipes de desenvolvimento pequenas (no máximo 10 pessoas) e a maioria dos profissionais dessa área acham que o bom profissional é aquele que bota o fone de ouvido, abaixa a cabeça e escreve código de 08:00 às 17:00, na verdade essa também é a visão de alguns gerentes (gerentes de empresas que trabalhei e não existem mais).

Há tempos não trabalho em ambientes desse tipo onde a diferença entre a máquina e o homem é o custo, porém, como nem tudo são flores outros problemas surgem, e um deles é a falta de comunicação entre os membros da equipe.

As pessoas acham que pedir ajuda ou pedir opinião de um colega de trabalho é sinônimo de franqueza ou amadorismo, e acabam resolvendo problemas simples de formas complexas ou usando soluções alternativas técnicas de emergência (gambiarras).

Sempre que termino uma tarefa no trabalho, mostro o resultado final para um colega de equipe, dessa forma faço uma validação de tudo que fiz e posso ganhar de bônus dicas de melhorias (que serão implementadas nessa tarefa e na próxima). Melhor do que o feedback do colega é a troca de informação, se todos os membros da equipe fizessem o mesmo o projeto teria uma codificação quase unificada, ou seja, um estilo único de trabalho e não o estilo do João ou do José.

Comunicação é a base para um ambiente produtivo e de qualidade, ou seja, pedir feedback ao colega de trabalho não é sinônimo de amadorismo e sim de profissionalismo.

E você? Quando foi a última vez que pediu um feedback à alguém do seu trabalho?

Agora vou terminar meu cappuccino e ir pra aula.

Abraços!

Comunicação com o cliente

28 de agosto de 2009 4 comentários

Comunicação é a base para um bom relacionamento, seja ele qual for.

Eu estava esses dias olhando pra cima e pensando nos projetos em que trabalhei no ano passado e fazendo uma retrospectiva das metodologias que usava (graças a Deus eu vi a luz e passei a usar metodologias ágeis) e percebi que em alguns projetos a comunicação com o cliente foi o alicerce para que não houvesse traumas no serviço. O problema da área de software é que as pessoas não consideram a pessoa como o fator principal do projeto e isso implica em pouca comunicação e mais processos e contratos e contratos rigorosos.

Sempre procuro estar em contato constante com meus clientes, não só pra apresentar soluções inteligentes pra mostrar serviço mais também para mostrar problemas e solicitar a ajuda deles em tudo que for possível, afinal de contas é o meu cliente que tem o conhecimento do negócio :) . Já vi empresas de software tentando resolver problemas atrasando a entrega e depois descobrir que aquele requisito que estava atrasado poderia ter sido entregue separadamente e feito com mais calma (afinal de contas, nada que é feito as pressas é testado corretamente).

Apesar de ir contra o pensamento da maioria dos profissionais da área de desenvolvimento, acho que o jogo aberto com o cliente desde a negociação faz com que o mesmo se sinta parte da equipe, e é aí que o projeto ganha um dos parceiros mais importantes, o cliente.

Bom, essa é a minha visão de contato com o cliente, comunicação constante. Esse pensamento tem dado certo pra mim, afinal de contas tenho clientes que começaram a trabalhar comigo desde os 17 anos (nem sabia o que era software ainda, rs).

E você? Mantém comunicação constante com seus clientes?

Agora vou prestar atenção na minha aula da faculdade.

Abraços!

CategoriasProfissão

Faça mais com menos em qualquer área

27 de agosto de 2009 4 comentários

Hoje estava lendo os twits da manhã e me deparei com a frase “Less is more”, a mesma havia sido dita no Digital Age, ela me diz muita coisa.

Iniciei no mês passado uma análise de negócio com uma empresa capixaba onde me propus a analisar os problemas da empresa e indicar soluções. Na reunião que fizemos levantamos vários problemas da empresa, porém, só nos preocupamos em indicar as soluções para os principais problemas, por quê? Se você cura o câncer de alguém acha que essa pessoa vai ligar pra uma dorzinha no dedo? Claro que não. A idéia aqui é fazer menos e conseguir os melhores resultados.

Em palestras e aulas que dou sobre desenvolvimento de software sempre ponho essa idéia, um código que é mais simples e menor resolve o problema do mesmo jeito que um código complexo com a vantagem que o estagiário entende, ou seja, não importa o quanto você digita, o resultado final que irá medir a sua eficiência.

Vejo muitos profissionais conhecidos achando que trabalhar mais é sinônimo de resultado, mais o erro mora aí, a idéia é fazer o mínimo possível (a quem diga que a idéia é fazer menos) resolvendo o problema ou atingindo o objetivo.

Quantas vezes já vi projetos atrasarem por que desenvolvedores querem perfumar a aplicação sendo que o que o usuário precisa já estava pronto, e aquele “a mais” acaba gerando contratempos que atrasam o projeto, o cliente não quer saber de perfumaria, ele quer saber de higiene pessoal.

Acho que a mensagem aqui é trabalhar muito não é sinônimo de resultado. Trabalhar o mínimo para resolver um problema, desenvolver um software ou atingir o objetivo é a saída para soluções diretas e de baixo custo.

Bom, acabou meu horário de almoço.

Abraços!

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